Versículos sobre contentamento
A Bíblia ensina que o contentamento não depende de posses ou circunstâncias, mas de uma confiança profunda em Deus. As Escrituras contrastam a paz interior com a ganância e a ansiedade, mostrando que a verdadeira satisfação vem de uma vida devota e da certeza do cuidado divino.
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Não digo isso por causa de alguma necessidade, pois já aprendi a contentar-me com o que tenho.
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Sei estar humilhado, e sei ter em abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou instruído, tanto a estar farto, como a ter fome; tanto a ter em abundância, como a sofrer necessidade.
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Mas grande lucro é a devoção divina acompanhada de contentamento.
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Mas se tivermos alimento e algo com que nos cobrirmos, estejamos contentes com isso.
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A vossa maneira de viver seja sem ganância, contentando-vos com as coisas que tendes. Pois ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.
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O SENHOR é meu pastor, nada me faltará.
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Melhor é o pouco tendo o temor ao SENHOR, do que um grande tesouro tendo em si inquietação.
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Melhor é a vista dos olhos do que o vaguear da cobiça; também isto é fútil como perseguir o vento.
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E disse-lhes: Olhai, e tomai cuidado com a ganância; porque a vida de alguém não consiste na abundância dos bens que possui.
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O pouco que o justo tem é melhor do que a riqueza de muitos perversos.
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Pois nada trouxemos ao mundo, e portanto nada podemos levar dele.
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E disse: Nu saí do ventre de minha mãe, e nu para lá voltarei. O SENHOR deu, e o SENHOR tomou; bendito seja o nome do SENHOR.
O que a Bíblia ensina sobre o contentamento?
Paulo afirma que aprendeu a contentar-se em toda situação (Filipenses 4:11-12). A devoção acompanhada de contentamento é grande lucro (1 Timóteo 6:6), e o suficiente para cobrir-se e alimentar-se já é motivo de contentamento (1 Timóteo 6:8). Hebreus 13:5 exorta a viver sem ganância, contentando-se com o que se tem, pois Deus promete não abandonar. O Salmo 23:1 expressa confiança na provisão divina: nada faltará.
Como o contentamento se relaciona com a ganância e a ansiedade?
Provérbios 15:16 compara o pouco com temor do Senhor a um grande tesouro cheio de inquietação. Eclesiastes 6:9 valoriza o que se tem diante dos olhos em vez da cobiça. Lucas 12:15 adverte que a vida não consiste na abundância de bens. Salmos 37:16 afirma que o pouco do justo é melhor que a riqueza dos perversos. Paulo lembra que nada trouxemos ao mundo (1 Timóteo 6:7), e Jó aceita que o Senhor dá e toma (Jó 1:21).