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A Bíblia Sagrada
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Resumo de Salmos 135: o que diz e o que significa

O Salmo 135 é um hino de louvor que convoca os servos do Senhor a adorá-lo por sua bondade, soberania sobre a natureza e atos poderosos na história de Israel, como as pragas do Egito e a conquista de Canaã. Contrasta o Deus vivo com ídolos inúteis e conclama todas as casas de Israel a bendizer ao Senhor.

Ler Salmo 135 na íntegra — 21 versículos.

Convite ao louvor e soberania de Deus sobre a criação

O salmo inicia com um chamado para que os servos do Senhor, especialmente os que servem na Casa do Senhor, louvem o nome de Deus (vv.1-3). A razão fundamental é que o Senhor é bom e agradável. Em seguida, o salmista declara que o Senhor é grande e está acima de todos os deuses, fazendo tudo o que deseja nos céus, na terra, nos mares e nos abismos (vv.5-6). Ele controla os fenômenos naturais: faz subir nuvens, produz relâmpagos e chuva, e liberta os ventos de seus tesouros (v.7). Essa seção estabelece a base teológica para o louvor: a soberania absoluta de Deus sobre toda a criação.

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Ações históricas de Deus em favor de Israel

O salmista recorda os feitos poderosos de Deus na história de Israel. Ele feriu os primogênitos do Egito, homens e animais, e enviou sinais e prodígios contra Faraó e seus servos (vv.8-9). Depois, feriu muitas nações e matou reis poderosos, como Seom, rei dos amorreus, e Ogue, rei de Basã, além de todos os reinos de Canaã (vv.10-11). A terra dessas nações foi dada como herança a Israel, seu povo (v.12). Essas ações demonstram o cuidado e a fidelidade de Deus para com a aliança feita com Jacó, escolhido como propriedade especial (v.4).

Eternidade do nome divino e compaixão pelo povo

O salmo afirma que o nome do Senhor dura para sempre e sua memória permanece de geração em geração (v.13). Deus julgará o seu povo e terá compaixão dos seus servos (v.14). Essa seção contrasta a permanência e a justiça de Deus com a transitoriedade dos ídolos. O salmista enfatiza que, ao contrário dos deuses das nações, o Senhor é vivo e age em favor do seu povo, garantindo-lhes proteção e misericórdia ao longo das gerações.

Futilidade dos ídolos e chamado final à bênção

Os ídolos das nações são descritos como obra de mãos humanas: têm boca, mas não falam; olhos, mas não veem; ouvidos, mas não ouvem; não há respiração neles (vv.15-17). Os que os fazem e neles confiam tornam-se semelhantes a eles (v.18). Em contraste, o salmista convoca a Casa de Israel, a Casa de Arão, a Casa de Levi e todos os que temem ao Senhor a bendizer a Deus (vv.19-20). O salmo encerra com a bênção ao Senhor desde Sião, que habita em Jerusalém, e com um Aleluia final (v.21).

Versículos-chave de Salmo 135

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