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A Bíblia Sagrada
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Resumo de Mateus 12: o que diz e o que significa

Jesus defende seus discípulos que colhem espigas no sábado, cura um homem de mão ressequida e enfrenta acusações dos fariseus sobre expulsar demônios por Belzebu. Ensina sobre o pecado imperdoável contra o Espírito, recusa pedir sinal exceto o de Jonas, e redefine sua família como os que fazem a vontade do Pai.

Ler Mateus 12 na íntegra — 50 versículos.

Controvérsia sobre o sábado (vv. 1–14)

Os discípulos colhem espigas no sábado; os fariseus acusam. Jesus cita Davi comendo pães consagrados e o trabalho sacerdotal no templo, afirmando ser maior que o templo e Senhor do sábado. Em seguida, cura um homem de mão ressequida, argumentando que é lícito fazer o bem no sábado. Os fariseus conspiram para matá-lo.

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Acusação de Belzebu e o pecado imperdoável (vv. 22–37)

Curado um endemoninhado cego e mudo, os fariseus dizem que Jesus expulsa demônios por Belzebu. Jesus refuta: um reino dividido não subsiste; se expulsa pelo Espírito de Deus, o Reino chegou. Adverte que blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada. Ensina que a boca revela o que há no coração e que palavras podem justificar ou condenar.

Sinal de Jonas e nova família (vv. 38–50)

Escribas e fariseus pedem um sinal. Jesus recusa, exceto o sinal de Jonas: três dias no ventre da baleia prefigurando sua ressurreição. Ninivitas e a rainha do Sul condenarão esta geração. Adverte sobre o retorno de espíritos imundos. Quando sua mãe e irmãos o procuram, Jesus aponta para os discípulos e declara que sua verdadeira família são os que fazem a vontade do Pai.

Versículos-chave de Mateus 12

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