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A Bíblia Sagrada
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Resumo de Isaías 57: o que diz e o que significa

Isaías 57 contrasta a sorte do justo, que morre em paz apesar da indiferença geral, com a condenação dos idólatras e adúlteros espirituais. O capítulo, porém, termina com uma promessa de cura e paz para os contritos, enquanto os perversos permanecem sem paz.

Ler Isaías 57 na íntegra — 21 versículos.

A morte do justo e a condenação dos idólatras (1-13)

O capítulo abre com a observação de que o justo morre e ninguém se importa, mas ele entra em paz (v. 1-2). Em seguida, dirige-se duramente aos 'filhos da adivinha', acusando-os de idolatria, sacrifícios de crianças e adultério espiritual (v. 3-8). Eles buscam alianças com reinos estrangeiros e com o mundo dos mortos (v. 9-10), mas sua confiança é vã: seus ídolos serão levados pelo vento, enquanto quem confia em Deus herdará a terra (v. 13).

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Deus habita com os contritos e oferece cura (14-19)

Deus, o Alto e Sublime, que habita na eternidade, também habita com o contrito e abatido de espírito para vivificá-lo (v. 15). Ele não contenderá para sempre, pois seu espírito poderia desfalecer (v. 16). Embora tenha se indignado contra a cobiça do povo, ele promete sarar, guiar e consolar os que se arrependem (v. 17-18). A cura é descrita como 'paz, paz para os que estão longe e para os que estão perto' (v. 19).

A ausência de paz para os perversos (20-21)

O capítulo termina com um contraste: os perversos são como o mar bravo, que não pode se aquietar e revolve lama (v. 20). A conclusão é solene: 'Os perversos, diz meu Deus, não têm paz' (v. 21). Este versículo ecoa a promessa anterior de paz aos contritos, estabelecendo uma divisão clara entre os que se voltam para Deus e os que persistem na rebeldia.

Versículos-chave de Isaías 57

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