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A Bíblia Sagrada
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Resumo de Isaías 47: o que diz e o que significa

Isaías 47 é um oráculo de julgamento contra a Babilônia, personificada como uma virgem que será humilhada. Deus a condena por sua arrogância, crueldade contra Israel e confiança em feitiçarias e astrólogos. A queda será repentina e total, sem salvadores.

Ler Isaías 47 na íntegra — 15 versículos.

A queda da filha da Babilônia

O capítulo inicia com um chamado à humilhação: a virgem filha da Babilônia deve descer do trono e sentar-se no pó (47:1). Ela é ordenada a realizar tarefas servis, como moer farinha e expor as pernas ao cruzar rios, simbolizando perda de status e exposição à vergonha (47:2-3). O texto afirma que o SENHOR dos exércitos, o Santo de Israel, é o Redentor que executa a vingança (47:4). A Babilônia, que se considerava senhora eterna dos reinos, será silenciada e mergulhada em trevas (47:5).

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Razões do juízo: crueldade e soberba

Deus explica que entregou Israel nas mãos da Babilônia por causa de sua própria ira, mas a Babilônia agiu sem misericórdia, oprimindo até os idosos (47:6). A nação confiava em sua posição e dizia: 'Serei senhora para sempre' (47:7). Essa autossuficiência levou-a a crer que jamais sofreria perda de filhos ou viuvez (47:8). O juízo virá de repente, por causa de suas muitas feitiçarias e encantamentos (47:9). A confiança em sua própria maldade e sabedoria a desviou, levando-a a pensar que ninguém a via (47:10).

Futilidade dos astrólogos e feiticeiros

O capítulo conclui com um desafio irônico: que a Babilônia recorra aos seus encantamentos e feitiçarias, praticados desde a juventude, para ver se podem salvá-la (47:12). Os observadores de estrelas e adivinhos das luas novas são convocados, mas serão como palha queimada pelo fogo, incapazes de salvar a si mesmos ou à Babilônia (47:13-14). Todos os aliados e parceiros comerciais da nação andarão sem rumo, e ninguém a salvará (47:15). O texto enfatiza que a confiança em poderes ocultos é vã diante do juízo divino.

Versículos-chave de Isaías 47

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