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A Bíblia Sagrada
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Resumo de Gálatas 4: o que diz e o que significa

Paulo explica que, antes da fé, os cristãos gálatas eram como crianças submetidas a princípios elementares. Com a vinda de Cristo, receberam a adoção de filhos, mas estão retornando a práticas da Lei, como guardar dias. Ele os repreende, contrasta a escravidão da Lei com a liberdade da promessa, usando a alegoria de Agar e Sara.

Ler Gálatas 4 na íntegra — 31 versículos.

A condição de filho versus servo e o propósito da vinda de Cristo

Paulo compara a humanidade antes de Cristo a um herdeiro menor de idade, que nada difere de um servo, pois está sob tutores até o tempo determinado pelo pai. Assim, todos estavam escravizados sob os princípios elementares do mundo. No tempo certo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher e sob a Lei, para redimir os que estavam sob a Lei e conceder aos crentes a adoção como filhos. Como prova dessa filiação, Deus enviou o Espírito do Filho aos corações, que clama "Aba, Pai". Conclui-se que o crente não é mais servo, mas filho e herdeiro por meio de Deus.

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Repreensão pelo retorno à observância de dias e rituais

Paulo questiona os gálatas por, depois de terem conhecido a Deus, desejarem novamente servir a fracos e miseráveis princípios elementares, observando dias, meses, tempos e anos. Ele teme ter trabalhado em vão entre eles. Paulo recorda seu próprio acolhimento anterior, quando, apesar de uma enfermidade física, os gálatas o receberam como a um anjo de Deus. Agora, porém, alerta que aqueles que os cortejam (provavelmente os judaizantes) o fazem para isolá-los dele, e expressa perplexidade e dor, como se sofresse dores de parto até que Cristo seja formado neles.

Os dois pactos na alegoria de Agar e Sara

Paulo usa uma ilustração baseada em Gênesis: Abraão teve dois filhos, Ismael (da escrava Agar) e Isaque (da livre Sara). Ismael nasceu segundo a carne, e Isaque, pela promessa. Isso representa os dois pactos. Agar, o monte Sinai, gera filhos para a escravidão e corresponde à Jerusalém terrena, escravizada com seus filhos. Sara, a Jerusalém do alto, é livre e é a mãe dos crentes. Paulo cita Isaías 54:1 sobre a estéril que alegra mais filhos que a que tem marido. Os crentes, como Isaque, são filhos da promessa. Assim como Ismael perseguiu Isaque, os que nascem segundo a carne perseguem os que nascem segundo o Espírito. A conclusão, citando Gênesis 21:10, é expulsar a escrava, pois o filho da escrava não herdará com o filho da livre. Portanto, os crentes não são filhos da escrava, mas da livre.

Versículos-chave de Gálatas 4

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