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A Bíblia Sagrada
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Resumo de Êxodo 16: o que diz e o que significa

Os israelitas murmuram por comida no deserto de Sim. Deus envia codornizes à tarde e maná pela manhã. Instruções: colher diariamente, exceto no sexto dia para o sábado. O maná extra apodrece, mas no sábado não. Um vaso é guardado como memorial. Comem maná por quarenta anos.

Ler Êxodo 16 na íntegra — 36 versículos.

A murmuração e a promessa divina

No deserto de Sim, a congregação de Israel murmura contra Moisés e Arão, sentindo falta da comida do Egito. Deus ouve as queixas e promete carne à tarde e pão do céu pela manhã, para que o povo saiba que ele os tirou do Egito. Moisés e Arão anunciam que a glória do Senhor aparecerá, e de fato a nuvem se manifesta. A murmuração, na verdade, é contra Deus, não contra os líderes.

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A provisão do maná e das codornizes

À tarde, codornizes cobrem o acampamento; pela manhã, o orvalho deixa uma substância miúda e redonda, que o povo chama de maná (que é isto?). Moisés ordena colher um gômer por pessoa por dia, sem sobras. Quem desobedece e guarda para o dia seguinte vê o maná apodrecer e criar bichos. O maná derrete ao sol, devendo ser recolhido cedo. A medida de um gômer equivale à décima parte do efa.

O sábado e o memorial do maná

No sexto dia, o povo colhe o dobro, e Moisés explica que o sétimo dia é o sábado santo do Senhor. O maná guardado para o sábado não apodrece. Alguns saem para colher no sábado e não encontram nada, gerando a repreensão divina. Moisés ordena que Arão coloque um vaso com um gômer de maná diante do testemunho, para ser guardado como memorial para as gerações futuras. Os israelitas comeram maná por quarenta anos, até chegarem a Canaã.

Versículos-chave de Êxodo 16

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