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A Bíblia Sagrada
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Resumo de Ester 3: o que diz e o que significa

Hamã é promovido pelo rei Assuero, mas Mardoqueu se recusa a se prostrar diante dele. Enfurecido, Hamã consegue um decreto real para exterminar todos os judeus do império em uma data determinada por sorteio. O capítulo termina com o rei e Hamã bebendo enquanto a cidade de Susã fica confusa.

Ler Ester 3 na íntegra — 15 versículos.

A promoção de Hamã e o conflito com Mardoqueu

O rei Assuero exalta Hamã, o agagita, colocando-o acima de todos os príncipes. Todos os servos do rei se prostram diante dele, exceto Mardoqueu, que se recusa por ser judeu. Questionado repetidamente, Mardoqueu não cede, e os servos informam Hamã. Ao saber que Mardoqueu é judeu, Hamã se enche de furor e decide não apenas puni-lo, mas destruir todo o povo judeu no reino.

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O plano de extermínio e o decreto real

Hamã lança a sorte (Pur) para determinar o mês do extermínio, que cai no décimo segundo mês (Adar). Ele então acusa os judeus ao rei, dizendo que suas leis são diferentes e que não obedecem às leis reais. Oferece dez mil talentos de prata para o tesouro real. Assuero entrega seu anel-selo a Hamã, autorizando-o a escrever o decreto em nome do rei. As cartas são enviadas a todas as províncias, ordenando matar todos os judeus, jovens e velhos, mulheres e crianças, e saquear seus bens no dia treze de Adar.

A reação da cidade de Susã

O decreto é anunciado publicamente na fortaleza de Susã. Enquanto os mensageiros saem apressados, o rei e Hamã se sentam para beber, demonstrando indiferença ou satisfação. Em contraste, a cidade de Susã fica confusa, indicando o impacto e a perturbação causados pela ordem de genocídio. O texto não informa a reação imediata de Mardoqueu ou dos judeus nesse momento.

Versículos-chave de Ester 3

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