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A Bíblia Sagrada
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Resumo de Apocalipse 11: o que diz e o que significa

João mede o templo de Deus e o altar, exceto o pátio externo, que será pisado por 42 meses. Duas testemunhas profetizam por 1260 dias, com poderes sobrenaturais. São mortas pela besta, mas ressuscitam após três dias e meio e sobem ao céu. Segue-se um terremoto. O sétimo anjo toca a trombeta, anunciando o reinado de Deus. Os anciãos adoram. O templo celestial se abre, revelando a arca da aliança.

Ler Apocalipse 11 na íntegra — 19 versículos.

A medição do templo e o pátio externo

O capítulo inicia com o narrador recebendo uma cana de medir e a ordem do anjo para medir o templo de Deus, o altar e os adoradores. O pátio externo, porém, deve ser excluído, pois será entregue às nações, que pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses (v. 1-2). Essa medida pode simbolizar a proteção divina sobre o verdadeiro santuário, enquanto o pátio representa a esfera sujeita à opressão pagã. O período de 42 meses (equivalente a 1260 dias) é recorrente no livro e indica um tempo limitado de tribulação.

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As duas testemunhas e seu ministério

As duas testemunhas profetizam por 1260 dias, vestidas de saco (v. 3). São descritas como as duas oliveiras e os dois castiçais diante de Deus (v. 4). Um mal-entendido comum é tentar identificá-las com figuras específicas do Antigo Testamento, como Moisés e Elias, devido aos seus poderes: fechar o céu e transformar água em sangue (v. 5-6). No entanto, o texto não fornece seus nomes. Após seu testemunho, a besta as mata, mas ressuscitam após três dias e meio e sobem ao céu, causando um terremoto (v. 7-13).

O sétimo anjo e a proclamação do reino

O versículo 14 anuncia o fim do segundo ai e a iminência do terceiro. O sétimo anjo toca a trombeta, e vozes celestes proclamam que os reinos do mundo se tornaram do Senhor e de seu Cristo, que reinará para sempre (v. 15). Os vinte e quatro anciãos adoram a Deus, agradecendo por ele ter assumido seu grande poder e iniciado o julgamento (v. 16-18). Finalmente, o templo de Deus se abre no céu, revelando a arca da aliança, acompanhada de relâmpagos, trovões, terremotos e grande saraiva (v. 19). Esse episódio conclui a série de trombetas e aponta para a consumação do plano divino.

Versículos-chave de Apocalipse 11

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