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A Bíblia Sagrada
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1 Crônicas 4:17: explicação e significado do versículo

O versículo lista os filhos de Ezra: Jéter, Merede, Efer e Jalom. Menciona também que sua mulher deu à luz Miriã, Samai e Isbá, este identificado como pai de Estemoa. A passagem faz parte de genealogias de Judá, registrando linhagens e fundadores de clãs ou localidades.

E os filhos de Ezra foram: Jéter, Merede, Efer, e Jalom. E sua mulher também deu à luz a Miriã, Samai, e a Isbá, pai de Estemoa. — 1 Crônicas 4:17

Contexto

O capítulo 4 de 1 Crônicas lista descendentes de Judá, a tribo real. Os versículos anteriores (14-16) mencionam Meonotai, Seraías e Calebe. Após o versículo 17, o texto continua com outra esposa de Merede e com os filhos de Hodias (18-19). A genealogia serve para estabelecer a herança territorial e tribal.

Quem é Ezra mencionado em 1 Crônicas 4:17?

O texto não informa a ascendência de Ezra. Não deve ser confundido com o escriba Esdras (Neemias 8). No contexto das genealogias de Judá, Ezra é um personagem pouco conhecido, possivelmente um chefe de clã. A lista de seus filhos — Jéter, Merede, Efer e Jalom — e a menção de sua mulher indicam a importância de registrar as famílias que ocuparam a terra.

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O que significa 'pai de Estemoa' neste versículo?

A expressão 'pai de Estemoa' indica que Isbá fundou ou foi o antepassado da cidade ou clã de Estemoa, localidade em Judá (Josué 15:50). Nas genealogias de 1 Crônicas, 'pai' frequentemente significa 'fundador' ou 'chefe' de uma povoação. Assim, o versículo conecta Isbá a um lugar específico, registrando a ocupação territorial da tribo.

1 Crônicas 4:17 promete algo para o leitor moderno?

Não. Este versículo é puramente genealógico e não contém promessas, mandamentos ou ensinos morais diretos. Seu propósito no contexto do livro é documentar a linhagem de Judá, especialmente após o exílio, para reafirmar a identidade e as possessões das famílias israelitas. Interpretá-lo como promessa pessoal seria um erro clássico de leitura fora do contexto.

O que 1 Crônicas 4:17 nos ensina

  1. O registro de nomes e clãs mostra que Deus valoriza a história e a identidade de seu povo.
  2. Genealogias bíblicas ressaltam a fidelidade divina em preservar linhagens específicas para seus propósitos.
  3. Cada pessoa listada, mesmo obscura, tem seu lugar na narrativa redentora.
  4. A precisão histórica das genealogias fortalece a confiabilidade do relato bíblico.

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