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A Bíblia Sagrada
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Joaquim

Joaquim (também chamado Jeconias ou Conias) foi rei de Judá por três meses e dez dias, sucedendo seu pai Jeoaquim. Foi levado cativo para a Babilônia por Nabucodonosor e, após 37 anos, recebeu perdão de Evil-Merodaque (2 Reis 24:6-15; Jeremias 52:31). Sua história é narrada em 2 Reis, 2 Crônicas, Jeremias e Ezequiel.

Quem foi Joaquim?

Joaquim, também chamado Jeconias, foi rei de Judá após a morte de seu pai Jeoaquim. Segundo 2 Reis 24:8 e 2 Crônicas 36:9, ele tinha oito anos quando começou a reinar e reinou apenas três meses e dez dias em Jerusalém, fazendo o que era mau aos olhos do SENHOR. Ele foi o penúltimo rei de Judá antes do exílio babilônico.

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Por que Joaquim foi levado à Babilônia?

Durante seu breve reinado, Nabucodonosor, rei da Babilônia, sitiou Jerusalém. Joaquim rendeu-se com sua mãe, servos e oficiais (2 Reis 24:12). O rei babilônico o levou cativo, junto com sua família e os nobres de Judá, para a Babilônia (2 Reis 24:15). O texto bíblico não especifica detalhes adicionais sobre as causas imediatas, mas o contexto indica que foi por causa da rebelião de Judá contra a Babilônia.

O que aconteceu com Joaquim no exílio?

Joaquim permaneceu cativo por 37 anos. Em Jeremias 52:31, registra-se que, no primeiro ano do reinado de Evil-Merodaque da Babilônia, no décimo segundo mês, o rei o perdoou e o tirou da prisão. A partir de então, Joaquim foi tratado com honra, embora o texto não forneça detalhes sobre sua vida posterior. Sua menção em Ezequiel 1:2 data o quinto ano do cativeiro de Joaquim, indicando que ele era reconhecido como rei legítimo mesmo no exílio.

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