Dracma
O dracma era uma moeda de prata da Grécia Antiga, equivalente a cerca de um denário ou a um dia de trabalho. Na Bíblia, aparece no Novo Testamento, especialmente na parábola da dracma perdida, e na Septuaginta como tradução de unidades de peso hebraicas. Era usado como moeda corrente na Judéia sob domínio romano.
O que era o dracma?
O dracma era uma moeda de prata cunhada na Grécia e amplamente utilizada em todo o Mediterrâneo. No contexto bíblico, seu valor equivalia aproximadamente a um denário, o pagamento de um dia de trabalho. A palavra grega 'drachmē' aparece no Novo Testamento e na Septuaginta, a tradução grega do Antigo Testamento, para designar tanto a moeda quanto uma medida de peso.
Qual o valor do dracma na Bíblia?
O dracma correspondia a cerca de 4,3 gramas de prata, valor semelhante ao do denário romano, que era o salário de um dia de um trabalhador braçal. Em uma parábola do Novo Testamento, uma mulher procura uma única dracma, indicando sua importância econômica. Também aparece em contextos de ofertas e tributos, sendo uma unidade monetária cotidiana.
Em que contexto bíblico aparece o dracma?
O dracma é mencionado no Novo Testamento em parábolas e narrativas, principalmente na parábola da dracma perdida, onde simboliza algo valioso que foi achado. Também aparece na Septuaginta como equivalente a um shekel, usado para pesar metais preciosos. Não há menção direta no Antigo Testamento hebraico, pois a moeda era grega e posterior ao cativeiro babilônico.
Qual a origem do dracma?
O dracma tem origem na Grécia antiga, sendo uma das moedas mais comuns do mundo helenístico. Com a conquista de Alexandre, o Grande, o dracma se espalhou pelo Oriente Médio, incluindo a Palestina. Na época do Novo Testamento, a região estava sob domínio romano, mas o dracma grego ainda circulava junto com o denário romano como moeda de uso corrente.