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A Bíblia Sagrada
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Agar

Agar foi uma serva egípcia de Sarai (Sara), que se tornou concubina de Abrão (Abraão) e mãe de Ismael. Na alegoria de Paulo em Gálatas, Agar representa o pacto da Lei, dado no monte Sinai, que gera filhos para a escravidão.

Quem foi Agar?

Agar foi uma serva egípcia de Sarai, esposa de Abrão (Gênesis 16:1). Como Sarai era estéril, ela deu Agar a Abrão como concubina para gerar um filho, prática cultural da época. Agar concebeu e passou a desprezar sua senhora, o que gerou conflito. Após maus-tratos, Agar fugiu, mas um anjo do Senhor a encontrou e ordenou que voltasse, prometendo-lhe uma descendência numerosa (Gênesis 16:8). Ela deu à luz Ismael, filho de Abrão.

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Qual o significado de Agar na alegoria de Paulo?

Em Gálatas 4:24-25, o apóstolo Paulo usa Agar como figura alegórica para representar o pacto da Lei, dado no monte Sinai. Ele associa Agar à Jerusalém terrena, que está em escravidão com seus filhos. Essa alegoria contrasta com Sara, que representa o pacto da graça e a Jerusalém celestial, livre. Assim, Agar simboliza a tentativa de obter salvação por obras da Lei, em oposição à liberdade pela fé em Cristo.

O que aconteceu com Agar depois do nascimento de Ismael?

O texto bíblico não informa detalhes sobre a vida de Agar após o nascimento de Ismael, exceto que ela e seu filho foram expulsos da casa de Abraão por causa da tensão com Sara (Gênesis 21:14). No deserto, Agar desesperou-se pela falta de água, mas Deus a socorreu, mostrando-lhe um poço e renovando a promessa de que Ismael se tornaria uma grande nação. Depois disso, ela não é mais mencionada na narrativa histórica.

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